quinta-feira, 3 de junho de 2010

"CONHECEIS A JESUS VIVO?"

1. Jesus, sentido da vida de Madre Teresa

O confessor de Madre Tersa, o padre jesuíta Celeste Van Exem, disse dela: «O sentido de toda sua vida é uma pessoa: Jesus». O postulador geral de sua causa de beatificação, depois de ter estudado durante anos sua vida, os escritos e os testemunhos de outros sobre ela, conclui: «Se tenho de dizer, em síntese, por que é elevada à honra dos altares, respondo: por seu amor pessoal a Jesus, que ela viveu de forma tão forte como para considerar-se Sua esposa. A sua vida foi uma vida Jesus-cêntrica».

O testemunho mais significativo a respeito é a carta que Madre Teresa escreveu a toda a família das Missionárias da Caridade durante uma Semana Santa, em 25 de março de 1993. «Uma carta tão pessoal --dizia ao começo-- que quis escrevê-la de meu próprio punho». Nela diz:

«Preocupa-me o pensamento de que alguma de vós ainda não tenha encontrado a Jesus individualmente, tu e Jesus sós. Podemos passar muito tempo na capela, mas vimos com os olhos da alma o amor com o qual Ele nos olha? Conheceis verdadeiramente a Jesus vivo: não dos livros, mas de estar com Ele em vosso coração? Haveis ouvido as palavras de amor que Ele vos dirige?… Nunca abandoneis esse íntimo diário com Jesus como uma pessoa viva e verdadeira, não como uma idéia».

Aqui se vê como Jesus não era para Madre Teresa uma abstração, um conjunto de doutrinas, de dogmas, ou a lembrança de uma pessoa que viveu em outros tempos, mas um Jesus vivo, real, alguém a quem olhar no próprio coração e por quem se deixar olhar. A Madre explica que se até agora não havia falado tão abertamente foi por um sentimento de reserva e para imitar a Maria, que «guardava todas as coisas em seu coração», mas que agora sentia a necessidade, antes de deixá-las, de dizer-lhes qual era para ela o sentido de toda sua obra: «Para mim está claro: tudo nas Missionárias da Caridade existe para saciar (a sede de) Jesus».

À pergunta: «Quem é Jesus para mim?», ela responde com um inspirado leque de títulos:

«Jesus,
é a Palavra para ser pronunciada .
É a vida para ser vivida.
É o Amor para ser amado.
É a Felicidade para ser compartilhada…
É o Sacrifício para ser oferecido.
É a Paz para ser transmitida.
É o Pão de vida para ser comido…»

O amor por Jesus assume espontaneamente a forma de amor esponsal. Ela mesma relata:

«Uma vez um professor nos Estados Unidos me perguntou: “Mas você está casada?”. Lhe respondi: “Sim, e às vezes é muito difícil sorrir para meu esposo, Jesus, porque pode ser muito exigente em certas ocasiões”».

A maioria das árvores de elevado tronco tem uma raiz mãe que descende perpendicularmente no terreno e é como a continuação, sob a terra, do tronco. Em italiano se chama «raiz vertical». É esta que dá a certas árvores a imobilidade pela qual nem sequer os ventos mais impetuosos conseguem arrancá-las. Também o homem tem esta raiz vertical. No homem que vive segundo a carne é precisamente o próprio «eu», o amor desordenado de si mesmo, o egoísmo; no homem espiritual é Cristo. Todo o caminho para a santidade consiste em mudar o nome e a natureza desta raiz até poder dizer com o Apóstolo: «não sou eu quem vive, mas Cristo quem vive em mim» (Ga 2, 20). Graças também à longa purificação de sua noite escura, Madre Teresa levou ao cumprimento este processo no qual todos estamos empenhados.

2. Fruto do amor é o serviço

Um dos ditos mais conhecidos de Madre Teresa é: «O fruto do amor é o serviço, o fruto do serviço é a paz». As duas coisas --amor por Jesus e serviço pelos mais pobres entre os pobres-- nasceram juntas, como em um único rio de lava na alma de Madre Teresa, no momento de seu segundo chamado, em 10 de setembro de 1946. Dizia a suas filhas:

«“Tenho sede” e “a mim o fizeste”. Lembrai-vos de unir sempre as duas coisas, o meio com o Fim. Que ninguém separe o que Deus uniu… Nosso carisma é saciar a sede de amor e de almas de Jesus trabalhando pela salvação e santificação dos mais pobres entre os pobres».

«You-did-it-to-me: A mim o fizeste». Madre Teresa contava estas palavras com os dedos da mão e dizia que era o «Evangelho dos cinco dedos». Para Madre Teresa, Jesus, que está presente na Eucaristia, está presente, de forma distinta mas igualmente real, «no desconcertante disfarce do pobre». A ladainha em honra de Jesus recordada antes continua dizendo sem pausa:

«Jesus é o Faminto para ser alimentado.
É o Sedento para ser saciado.
É o Desnudo para ser vestido.
É o Desamparado para ser acolhido.
É o Enfermo para ser curado.
É a Pessoa em solidão para ser amada».

Todos sabemos a que níveis se lançou seu serviço aos mais pobres entre os pobres. Em um encontro, uma religiosa lhe fez observar que ela viciava os pobres e ofendia sua dignidade dando-lhes tudo de graça, sem pedir-lhes nada. Respondeu: «Há tantas congregações que viciam os ricos que não é mal haver uma que vicie os pobres». O responsável dos serviços sociais de Calcutá havia entendido melhor que ninguém, segundo Madre Teresa, o espírito de seu serviço aos pobres. Um dia lhe disse: «Madre, você e nós fazemos a mesma obra social, mas há uma diferença; nós o fazemos por algo, você o faz por Alguém».

Há quem viu nisso um limite, não um valor, do amor cristão pelo próximo. Amar o próximo «por Alguém», isto é, por Jesus, não instrumentaliza o próximo, não o reduz a um meio com vistas de um fim distinto, que, no extremo, pode ser o egoísta de ganhar méritos para o paraíso?

Isto é certo em qualquer outro caso, mas não quando se trata de Jesus, porque é contrário à dignidade da pessoa humana estar subordinada à outra criatura, mas não o é estar subordinada ao criador mesmo, a Deus. No cristianismo há uma razão ainda mais forte. Cristo se identificou com o pobre. O pobre e Cristo são a mesma coisa: «A mim o fizeste». Amar o pobre por amor a Cristo não significa amá-lo «por uma pessoa interposta», mas em pessoa. Este é o mistério que se imprimiu na vida de Madre e que ela recordou profeticamente à Igreja.

O amor a Jesus impulsionou Madre Teresa, como a outros santos antes que ela, a fazer coisas que nenhum outro motivo no mundo --político, econômico, humanitário-- havia sido capaz de induzir a fazer. Uma vez alguém, observando o que Madre Teresa estava fazendo com um pobre, exclamou: «Eu nunca o faria por todo o ouro do mundo!». Madre Teresa contestou: «Nem eu!» Queria dizer: por todo o ouro do mundo não, mas por Jesus sim.

Madre Teresa soube dar aos pobres não só pão, vestes e medicamentos, mas aquilo do que tinham ainda mais necessidade: amor, calor humano, dignidade. Ela recordava comovida o episódio de um homem encontrado meio comido por vermes em um lixão que, trasladado para casa e curado, disse: «Irmã, vivi na rua como um animal, mas agora morrerei como um anjo, amado e curado», e morreu pouco depois dizendo com um grande sorriso: «Irmã, vou para casa de Deus». Madre Teresa com um menino abandonado nos braços, ou inclinada sobre um moribundo, é, creio, o ícone da ternura de Deus.

3.«Eu estou no meio de vós como o que serve»

E agora a pergunta obrigatória: «que nos diz a nós este aspecto da vida de Madre Teresa? Ela nos recordou que a verdadeira grandeza entre os homens não se mede pelo poder que um exerce, mas pelo serviço que presta: «O que quer chegar a ser grande entre vós, será vosso servidor» (Mt 20, 26).

Ninguém está dispensado de comprometer-se, em alguma forma, ao serviço dos pobres, mas o serviço pode adotar formas diferentes, como múltiplas e distintas são as necessidades do homem. Paulo fala de um «serviço do Espírito», diakonia Pneumatos (2 Cor 3, 8), do qual estão encarregados os ministros da nova aliança. Pedro, nos Atos dos Apóstolos, fala de um «serviço da palavra» próprio dos apóstolos, mais importante para eles que o serviço das mesas (Atos 6,4). Deste serviço faz parte também o exercício da autoridade e o magistério eclesiástico. «Eu estou no meio de vós como o que serve», dizia Jesus aos apóstolos (Lc 22, 27), e em que consistia este serviço seu, mais que em instruir-lhes, corrigir-lhes e preparar-lhes para a futura missão?

O que Madre Teresa recorda a todos é que todo serviço cristão, para ser genuíno, deve estar motivado pelo amor a Cristo: «Quanto a nós --dizia o Apóstolo aos Coríntios-- somos vossos servos por Jesus» (2 Cor 4,5). É possível também para quem trabalha na Cúria pôr em prática aquilo que Madre Tersa chamava «o Evangelho dos cinco dedos»: «A mim o fizeste». Fazer tudo por Jesus, ver Jesus em quem se está chamado a servir, inclusive na prática burocrática.

Mas nesta circunstância, o Pregador da Casa Pontifícia sente a necessidade de abandonar o tom eloqüente do «que se deveria fazer» para adotar ao contrário o tom gozoso do reconhecimento do que já é. Não posso deixar passar a ocasião que se me oferece de unir minha pequeníssima voz à de toda a Igreja. Há vinte e cinco anos que sob nossos olhos um homem se consome no «serviço do Espírito». Em João Paulo II o título Servus servorum Dei, Servo dos servos de Deus, introduzido por São Gregório Magno, não foi um título entre os demais, mas a síntese de uma vida.

Também este serviço, como o de Madre Teresa, teve sua fonte no amor por Jesus. Quantas vezes o Santo Padre repetiu a frase do Evangelho que apresenta o serviço pastoral de Pedro como expressão de amor por Cristo: “Simão de João, me amas? Apascenta minhas ovelhas” (Jo 21, 15ss). Sinal de que esta palavra foi o motivo inspirador de seu pontificado e o que ainda lhe impulsiona a gastar-se pela Igreja. Madre Teresa dizia freqüentemente que «o amor, para ser verdadeiro, deve doer» e não pode dizer verdadeiramente que o sofrimento tem estado ausente, em todos estes anos, da vida do sucessor de Pedro…

Mas tampouco esteve ausente uma ternura que recorda a de Madre Teresa. Muitos assistimos comovidos, o outro dia, no palácio de Montecitorio, à primeira projeção do documentário titulado «João Paulo II, testemunha do invisível». Entre as imagens mais maravilhosas se encontram aquelas nas quais o Papa abraça e beija as crianças, ou os enfermos. Faziam-me pensar nas palavras de Deus em Oséias: «Era para eles como os que levantam uma criança contra sua face» (Os 11, 4).

Santidade, há no Novo Testamento uma passagem que parece escrita para ser pronunciada pelo senhor ante toda a Igreja e que eu me permito lê-la, mais para nós que para o senhor. A Carta aos Romanos fala de uma «consolação que vem das Escrituras» e que ajuda a «ter viva nossa esperança» (Rm 15, 4) e creio que transmitir um pouco desta consolação que vem das Escrituras é a única coisa que justifica o ofício que desempenho há vinte e quatro anos. A passagem em questão é o discurso de despedida de Paulo à Igreja de Éfeso:

«Vós sabeis como me comportei sempre convosco… Servindo ao Senhor com toda humildade e lágrimas e com as provas que me vieram… sabeis como não me acovardei quando em algo podia ser-vos útil; vos pregava e ensinava em público… mas eu não considero minha vida digna de estima, com tal que terminei minha carreira e se cumpra o ministério que recebi do Senhor Jesus, de dar testemunho do Evangelho da graça de Deus… não me acovardei de anunciar todo o desígnio de Deus. Tenho cuidado de vós e de todo o rebanho, em meio do qual vos pôs o Espírito Santo como vigilantes para pastorear a Igreja de Deus, que ele se adquiriu com o sangue de seu próprio filho… Agora vos encomendo a Deus e à Palavra de sua graça, que tem poder para construir o edifício e dar-vos a herança com todos os santificados» (Atos 20, 18-32).

Em um só ponto errou Paulo aquele dia, e isto nos tranqüiliza; disse que já não veriam mais seu rosto, fazendo que todos os presentes começassem a chorar. Mas era um temor, não uma profecia; das Cartas pastorais sabemos que ele voltou a ver a Igreja de Éfeso dois anos depois, ao término de sua primeira captura romana (Cf. 1Tm 1,3).

Se fiz mal tomando-me a liberdade de falar assim, Santo Padre, reprove a Madre Teresa, porque é ela que me sugeriu fazê-lo com o amor que esta nova Catarina de Sena levava ao sucessor de Pedro.

Fr Raniero Catalamesa
Adv 2003
fonte: http://www.comshalom.org/formacao/espiritualidade/santidadecrista/conheceisajesusvivo.html

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O JIPE

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas
era ridicularizado por ser cristão.

Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente
do pelotão, pregou-lhe uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.

- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o
que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi
até o veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua
oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre
a essas pessoas a sua fidelidade.
Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"

O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o
seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...

- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou
o seu superior.

- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos
decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o
jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!


DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A provisão de Deus para nós é o Espírito Santo

Acredite! Deus quer invadi-lo com o Espírito Santo. Assim como as águas de uma represa que, ao serem liberadas, limpam toda sujeira que encontram pela frente, o Senhor quer limpá-lo por dentro. Que Deus lhe conceda isso, a graça de realmente ser limpo, de ser desobstruído pelo derramamento do Espírito Santo.

Que nada segure a graça. Que o Espírito Santo penetre em todo o seu ser, em todos os meandros do seu interior, lavando, purificando, curando, libertando, levando para dentro de você essa presença que santifica, que transforma tudo. Que você se torne uma nova criatura!

Se não estivermos repletos do Espírito Santo nos momentos difíceis acabaremos negando a Jesus, apesar de hoje sequer pensarmos nessa possibilidade. Não podemos ter apenas boa vontade! A provisão de Deus para nós é o Espírito Santo! Assim, peço a Deus que o encha do Espírito Santo! Que tampe todas as brechas, para que você se conserve até a vinda do Senhor.

(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

Nos Embalos dos ANOS 60


Com grande alegria anuncio-lhes a Festa "Nos Embalos dos Anos 60".
Uma oportunidade para nos confraternizarmos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Congresso Diocesano da RCC Sobral

Saimos maravilhados do Congresso de Pentecostes e ja estamos nos preparando para o CONGRESSO DIOCESANO DA RCC SOBRAL.
Contaremos com a presença especial de James Apolinário, coord da RCC-Ceará.
E mais: Edna Chaves, Tasia Montenegro, Robério Cavalcante
Todo o Congresso terá como direcionamento o ANUNCIO DA BOA NOVA.

ATENÇÃO!
CONGRESSO DIOCESANO DA RCC SOBRAL
DIAS 12 E 13 DE JUNHO DE 2010
SOBRAL-CE
FONE: 88 3611.2640 - RAIMUNDINHO

sábado, 8 de maio de 2010

Homenagem às Mães




Que DOM maravilhoso, que presente podemos ter que possa ser comparado a TER UMA MÃE.
A Minha Mãe é aconchego, carinho, paciencia, ternura, exemplo de Mãe.
Me amou e me desejou antes mesmo de eu nascer. Fui esperado ansiosamente.
Mesmo não tendo sido gerado em seu ventre, fui gerado em seu coração (centro das decisões), ela decidiu amar-me, ter-me como seu filho e, por mim nunca mediu esforços, nem limites para ver-me feliz e realizado.
Dona Teresa, você é um sonho tornado em realidade em minha vida.
Designio de Deus para minha felicidade.
Sinto-me profundamente amado por Deus através de meus pais.
Ao Sr. Rogério e a Dona Teresa (meus pais) dedico esta homenagem.
Que o mundo aprenda que o AMOR é POSSÍVEL.
Parabens a todas as Mães do MUNDO.

Dedico ainda a minha esposa, mãe de meus filhos: Lucas e Maria Letícia.
Mãe dedicada, amorosa, cuidadosa.

Ó Maria Santissima, tu que foste agraciada por ser a Mãe do Senhor
ensina a todas as Mães a ser como tu foste e és para com a humanidade.
Contigo queremos aprender a ser, a amar como Jesus.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Coração de Maria realiza Seminario de Vida no Espirito Santo

A Comunidade Coração de Maria começará um Seminário de Vida no Espírito Santo para Casais, dia 22 de maio, mas comunidade mesmo, aos sábados 18:30h.
Um grande oportunidade para ter uma nova e profunda experiencia com o Amor de Deus que é derramado em nossos coracões pelo Espírito Santo.