quinta-feira, 4 de junho de 2009

Projeto RUAH - Ministerio das Universidades Renovadas - Ceará


Este ano o Ministério Universidades Renovadas (MUR) se prepara para abraçar um Projeto inspirado por Deus:

Projeto RUAH: Deixe o Amor amar.

Você consegue imaginar todas as universidades do Brasil, durante uma semana inteira sendo invadidas por uma grande Onda do Amor de Deus???

Você consegue vislumbrar universitários, funcionários, profissionais de todas as partes do Brasil, da sua diocese experimentando o Pentecostes em suas vidas???

Esta é a nova onda do Espírito Santo, a qual estamos sendo CONVOCADOS a tomar parte, será uma semana de intensa evangelização querigmática que ocorrerá dentro das instituições de ensino superior de todo o país no período de: 17 a 23 de agosto de 2009.

Estamos sendo chamados a proclamar o senhorio de Jesus dentro das Nossas Universidades.
Em breve mais informações sobre o Ruah e cadastro de missionários.
fonte: http://universidadesrenovadasceara.blogspot.com/2009/05/proje-to-ruah.html

segunda-feira, 1 de junho de 2009

MILITÂNCIA APOSTÓLICA E O CARISMA DE PREGAÇÃO


(James Apolinário - Coord Minist Estadual Pregação - RCC-CE)

“Tu, portanto, meu filho, procura progredir na graça de Jesus Cristo. O que de mim ouviste em presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis que, por sua vez, sejam capazes de instruir a outros. Suporta comigo os trabalhos, como bom soldado de Jesus Cristo. Nenhum soldado pode implicar-se em negócios da vida civil, se quer agradar ao que o alistou. Nenhum atleta será coroado, se não tiver lutado segundo as regras. É preciso que o lavrador trabalhe antes com afinco, se quer boa colheita. Entende bem o que eu quero dizer. O Senhor há de dar-te inteligência em tudo.” II Tm 2, 1-7

À luz das encíclicas de São Paulo aos Efésios e a segunda à Timóteo, gostaria de tornar evidente a expressão da Militância Apostólica na missão do pregador hoje. Partindo da definição das palavras que já nos dará etimologicamente um norte a nossa reflexão:

Militantismo ou Militância é ação do militante, alguém politicamente engajado por uma causa e ainda Militar deriva do latim ("...andar em mil" homens...) sem contar que muitas vez estamos só na missão, porém fazemos por mil homens a nossa função, fazendo parece que somos muitos, como Deus vê na pessoa de Jacó o povo de Israel. O apostolado é próprio dos apóstolos cristãos que traduz "enviados" (como indicado pela palavra grega ἀπόστολος, apóstolos) estes enviados por Jesus para pregar o Evangelho, inicialmente apenas aos judeus eram chamados ao apostolado e depois também aos gentios, em todo o mundo como hoje os somos.

É constitutivo da missão da Renovação Carismática Católica um chamado específico e próprio, que alguns anos atrás, foi traduzido como o “sacramento permanente da graça de Pentecostes na igreja”, e que de fato permanece! por assim dizer, somos um movimento que caminha sob a luz do Espírito Santo e que precisa ser, como um sacramento, um sinal sensível, palpável e eficaz na missão e na voz profética da igreja. Como o militante é aquele que defende uma causa, como já definido, isso significa que somos chamados a assumir o pentecostalismo em nossa forma de servir e defendê-la pelo testemunho de nossa identidade, unidade e missão. A nossa missão é sermos no mundo o rosto e a memória de Pentecostes nas realidades Ad-gentes, nos esforçando para um único fim que é implantarmos no mundo a cultura de Pentecostes.

João Paulo II, de saudosa lembrança, em sua encíclica Reconciliatio et Paenitentia, nos diz que esse esforço significa “o esforço concreto e cotidiano do homem, amparado pela graça de Deus, por perder a própria vida, por Cristo, como único modo de ganhá-la: esforço por se despojar do homem velho e revestir-se do novo; por superar em si mesmo o que é carnal, para que prevaleça o que é espiritual; e esforço por se elevar continuamente das coisas de cá de baixo para as lá do alto, onde está Cristo.” Que fica bem evidente nas palavras de Paulo quando diz: procura progredir na graça de Jesus Cristo.

Na historicidade da segunda carta de Paulo à Timóteo, vemos alguns critérios que devemos observar ao avaliarmos a militância apostólica. Essa é uma das cartas bastante pessoal escrita pelo apóstolo Paulo, escrita de coração ao seu amado discípulo como ele mesmo muitas vezes expressa “a Timóteo, filho caríssimo” v. 1,2. Ele a escreveu do cárcere em Roma. Quando ele escreveu essa carta, dando algumas orientações, Timóteo já era uma pessoa bastante experiente: ele já havia realizado muitas viagens, pregado o evangelho em diversas cidades, estabelecido várias igrejas, sofrido incontáveis perseguições, conquistado inúmeras vitórias, passado por diversas desilusões e desenvolvido muitos projeto de evangelização. Nesse momento, já no final da vida, Paulo oferece algumas orientações a Timóteo, seu filho na fé para despertar ainda mais seu ardor missionário, colocando em macha.

Suporta comigo os trabalhos, como bom soldado de Jesus Cristo soa como um clamor de Paulo para MARCHAR, MARCHAR SEM PARAR FILHO AMADO que impacta na alma do jovem cristão que era Timóteo que naquele momento estava debaixo de muitas pressões. Uma cidade onde ele vivia era extremamente corrompida e em meio a tantas festas, orgias e tentações, ele estava lutando para manter-se puro dado testemunho de um evangelho velado. Além dessa luta, situação e pressão externa, Timóteo sofria com algumas questões dentro da própria igreja. Havia na igreja onde ele pastoreava pessoas com diversos problemas: cristãos preocupados com debates e discussões, outros distorcendo o evangelho, pessoas envolvidas com o pecado, homens seduzindo mulheres e ainda cristãos abandonando a fé. Todas essas situações estavam deixando Timóteo confuso e com vontade de desistir da missão.

O desempenho da missão evangelizadora pede, de cada um de nós, uma profunda vivência de fé, fruto de uma experiência pessoal de encontro com a pessoa de Jesus Cristo, em seu seguimento. Nossa conversão pessoal nos possibilita impregnar com uma “firme decisão missionária todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais […] de qualquer instituição da Igreja”,1 exigindo nossa conversão pastoral, que implica escuta e fidelidade ao Espírito,2 impelindo-nos à missão e sensibilidade às mudanças socioculturais, animada por “uma espiritualidade de comunhão e participação”.3 (1. DA, n. 365. 20 DA, n. 366. 21 DA, n. 368) - Doc. 87 §8

É evidente que servi com dedicação, como servos do Senhor e não dos homens (Ef 6,7) requer de nós, ministros da pregação, uma tomada de consciência para o bom exercício do nosso carisma, que implica escuta e fidelidade ao Espírito e precisamos efetivamente combater com todas as armas contra ações contrárias à voz do profeta. Por isso, Paulo com a sua experiência de vários anos de serviço a Cristo no evangelho escreveu essa carta a nós pregadores. Nessa carta, ele chama Timóteo e cada uma de nós a olhar para trás e avaliar a vida missionária.

Avaliar a nossa vida missionária, lembrando-nos das pessoas que estão na missão, comunidades e grupos de oração. Timóteo que estava confuso e desanimado, achando-se esquecido e abandonado, Paulo diz: Nenhum soldado pode implicar-se em negócios da vida civil, se quer agradar ao que o alistou. Nenhum atleta será coroado, se não tiver lutado segundo as regras. É preciso que o lavrador trabalhe antes com afinco, se quer boa colheita. O que mais importa na vida do profeta não é o que seu ministério lhe proporciona como pessoa, os resultados do trabalho, as conquistas, o que mais importa são as almas conquistadas para Deus, são mais importantes que as posições sociais, o dinheiro, a vaidade e o conhecimento. É tido como esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com Ele (Fl 3,8). Estamos vendo que a história está repleta de pessoas que foram ricas, bonitas, inteligentes, famosas e que, no final da vida, ao fazerem sua auto-avaliação, reconheceram que foram extremamente infelizes e solitárias. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á.

“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz.. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos.” Ef 6, 11-18

A armadura é uma vestimenta militar medieval que não permitia muita flexibilidade, porem dava ao soldado muita firmeza e segurança. Diria que é um revestisse de uma nova e completa unção que nos permite, assim como Timóteo, avaliar a nossa missão pela história da nossa fé e engajamento para que mesmo passasse por um momento extremamente difícil, lutaremos revestido do poder do alto! Por isso, o que efetivamente nos torna parte do corpo que é a igreja? A nossa fé e vida com Cristo que estão sendo confrontados pelas pessoas e pelos padrões do mundo todos os dias? Digo que não! Esse confronto diário estava trazendo bastante inquietação para nós pregadores nos uma inquietação interior, não a ausência de paz, porém um fogo que é próprio de Pentecostes que nos inflama a militar no fronte de batalha, onde acontecem as mais sangrentas batalhas, pois ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado. (Hb 12,4).

Precisamos nos lembrar, de que não é o fato de crermos em obra e palavras que Cristo realiza em nós e por nós o seu projeto de salvação e impulsionado pela emoção, no ímpeto, e, nem para impressionar qualquer tipo de pessoa, nem por ter crido para ganhar alguns pontos com os outros que estavam se convertendo. Na verdade é da solidez da nossa vocação que precisamos nos lembrar de que somos chamados por Deus para cumprir um propósito específico, pois a vida e nossa missão seria avaliada a partir do cumprimento ou não dessa vocação. Por isso, nesse momento, eu preciso perguntar: Conseguimos sustentar o nosso chamado? Eu enterrei os meus talentos? Eu abandonei a minha vocação? Desistirei do meu ministério? Consegui perseverar, mesmo em meio às lutas? Diante de todos esses critérios, como está a minha militância? Professo que sim! Pois é o Senhor, vosso Deus, marcha convosco para combater contra os vossos inimigos e para vos dar a vitória. (Dt 20,4)! Por YHWH SABAOTH MARCHEMOS!!!

domingo, 31 de maio de 2009

Puras Chamas (NICODEMOS COSTA - SHALOM)

Como fogo que me atrai
Aquecendo-me, forjando em mim o amor
Eu sei tu és bem mais
Que toda minha fraqueza
E o meu desamor

Purifica mais e mais
Esse fogo tem poder criador
Rebrilha e arde mais
Nas tuas puras chamas, a vida se refaz

ó inflama-me, consome enfim
A minha oferenda é todo o meu ser
Transforma tudo em ti, e perde-me em ti
Escondido em ti, quero eu viver
ATENÇÃO IRMAOS COORDENADORES DOS DIVERSOS GRUPOS DE ORAÇÃO NO ESTADO DO CEARÁ. FAÇA AGORA MESMO O SEU CADASTRO E CADASTRE SEU GRUPO DE ORAÇÃO. É MUITO FÁCIL! ACESSE O SITE DA RCC BRASIL E DE FORMA PRÁTICA VOCÊ PODERÁ CADASTRAR SEU GRUPO DE ORAÇÃO.
http://www.rccbrasil.org.br/grupodeoracao/areas/principal/index.php

FRATERNALMENTE
ROBÉRIO CAVALCANTE
COORD RCC-CE

sábado, 30 de maio de 2009

RCC-CE sejamos ROSTO e MEMÓRIA DE PENTECOSTES

Mais uma vez somos convidados a um mergulho no Espirito Santo de Deus. Abramos nosso coração, todo o nosso ser, digamos hoje: "Seja bem-vindo Espirito Santo, meu coração é o teu lar" (musica de Diego Fernandes).
Clamemos com ardor e fervor por um Novo Pentecostes, por uma Nova Renovação, de maneira especial no nosso Estado do Ceará.
Pentecostes, um beijo de Deus na humanidade.
Bendito seja Deus pela RCC no nosso Ceará.
Feliz dia de Pentecostes para todos que fazem a RCC-CE

Maria, a Primeira Carismática

(Reinaldo Beserra dos Reis)
Data de publicação: 25/02/2009

O Espírito Santo, como pessoa divina que é, sempre esteve presente em toda a história da salvação. Numa coisa, porém, difere a ação carismática e profética do Espírito na Igreja, se comparada a Seu operar no Antigo Testamento. Ali, sua manifestação era reservada a alguns poucos indivíduos – geralmente reis, profetas, juízes e sacerdotes. E, mesmo para esses poucos privilegiados, só em algumas ocasiões da vida e em vista de tarefas específicas pretendidas pelo próprio Deus.

A promessa, porém, era de que, para os tempos messiânicos, Ele seria "derramado sobre todas as pessoas" (Ez 36, 25-27; Jl 3,1-5) e para ficar "eternamente" (Jo 14-16) com elas. Antes porém do Pentecostes histórico, "o Espírito não podia ser dado, porque Jesus não tinha sido glorificado"(Jo 7,39). A condição para a vinda do Consolador era a morte de Jesus (Jo 16,7; Lc 24,26) e Sua ressurreição.

Segundo a teologia de antiga tradição patrística, uma das barreiras que impediam o Espírito de vir habitar-nos de modo pleno e constante era a nossa natureza marcada de modo sensível pelo pecado... E que dizer de alguém que, desde sua concepção, fora privilegiadamente isenta não somente do pecado original, mas igualmente de todo e qualquer pecado de ordem moral? Se Maria, por atenção a Cristo, seu futuro Filho, fora previamente redimida por Deus, por que não pensar nela também como a primeira a ser agraciada com a plenitude permanente do Espírito da promessa?

Aos marcados pela separação gerada pelo orgulho e pela desobediência, só restava mesmo esperar pela glorificação de Jesus, que nos traria a remissão dos pecados. Afinal, o Espírito Santo é espírito e nós somos carne; acrescente-se a esta dificuldade o fato de que Ele é Santo e nós, até então, eramos, irremediavelmente, 'escravos do pecado'.

Mas nada precisava impedir que Aquela que fora brindada com uma imaculada concepção, recebesse o Espírito, não de modo imanente e difuso, como o resto da Humanidade, mas de maneira pessoal, plena e permanente. Afinal, Jesus seria criado em seu ventre por ação pessoal do Espírito e por Seu poder: "Concebido por obra do Espírito Santo" (Mt 1,18-20; Lc 1,35).

Em Lucas 1,28, o Anjo (antes mesmo de seu "sim") já encontrara Maria "gratia plena", repleta de graça. Com certeza ao operar nela o milagre de sua imaculada conceição, o Espírito também já instalara no coração de Maria o Seu próprio ninho, como que para ir-se ambientando com o coração humano – Sua futura morada -, "humanizando-se" em sua carne de futura mãe do Redentor...

Como anunciaram as Escrituras do Antigo Testamento, os tempos messiânicos – tempos em que salvação de Javé deveria se manifestar em plenitude – seriam marcados por três grandes e principais acontecimentos: a Encarnação do Verbo que, assumindo nossa natureza humana, iria transpor o abismo que nos distanciava do Pai; a Paixão e a Morte de Jesus, pelo que a ofensa feita a Deus pelos homens seria redimida e a morte eterna esmagada pela vitória da ressurreição do Senhor; e o envio – e a vinda – do Espírito Santo, que nos seria dado como "penhor de nossa herança" eterna (Ef 1,14), a fim de que pudéssemos compreender e aceitar, pela fé, o testemunho do Filho de Deus, chegando assim à salvação...

Essas grandes promessas para os tempos messiânicos (a vinda do Salvador, sua morte e ressurreição, e o derramamento do Espírito) se misturam, se dependem, se completam, confirmando o início da era da graça, do irrompimento da salvação, do Reino de Deus entre os homens... E somente a uma única pessoa foi dada a graça de viver esses acontecimentos, não só como expectadora, mas como participante de todo o processo: Maria! Ei-la, única e necessariamente, na Encarnação do Verbo, oferecendo-se como campo material à habitação do Espírito, onde Ele, em virtude de Sua própria presença dinâmica, faz surgir o Messias... Ei-la também aos pés da cruz, deixando-se transpassar pela espada profética do sofrimento (Lc 2,35a) e aceitando, agora, ser a Mãe de Cristo em Seu novo Corpo Místico, a Igreja... E ei-la novamente – mãe assumida – com a Igreja nascente, em Pentecostes, a sperar pela repleção que, magnífica e exclusivamente, Ela já receberá antes de todos... Por isso, com razão a chamamos "Mãe de Cristo" e "Mãe da Igreja", parceira única da Trindade...

Nestes tempos em que, em meio às festividades marianas, a liturgia católica também nos predispõe para a festa da vinda do Espírito em Pentecostes, acredito ser útil voltarmos nosso olhar para a "cheia de graça" e, assim, aprendermos d’Ela como se prepara o coração e a alma para acolher, de uma forma sempre nova, dinâmica e progressiva, o dom maravilhoso da repleção do Espírito. Pois "quem quiser ter o Espírito Santo, que se una a Maria", exortava há muito tempo São Francisco de Sales. Sábia exortação, pois nenhuma criatura foi, como Maria, tão prodigiosamente agraciada com a presença do Espírito em sua vida.

Diz o Vaticano II que, "em Pentecostes, Maria estava a pedir o dom que já recebera na Anunciação" (LG 59). Também nós, que já recebemos o dom do Espírito por ocasião do nosso batismo sacramental, podemos agora, unidos à intercessão de Maria, esperar, em Pentecostes, por uma renovada efusão da Água Viva, prometida aos "que tiverem sede" (Jo 7,37). Pois antes de se oferecer ao Cristo glorificado como dom do Pai (At 2,33), a ser dado aos que crêem, o Espírito deu-se a Maria – a primeira carismática! - para que, pela deimaternidade, Ela pudesse nos oferecer o próprio Cristo. Que nos dá o Espírito...

Como não amar Maria? Como não ter admiração por esta "filha predileta do Pai, esposa castíssima do Espírito e mãe amorosa do Filho"? Como não buscar sua maternal companhia na espera (e na busca!) do dom do Espírito? Olhemos para a Mãe: Ela é, antes de tudo, sinal do Espírito; ou, no dizer do Vaticano II, Ela é o "sacrário do Espírito Santo" (LG 53). Por isso, podemos – confiados em sua maternal intercessão – juntarmo-nos a João Paulo II em oração, dizendo: "Tu que estivesse no Cenáculo com os Apóstolos em oração, à espera da vinda do Espírito de Pentecostes, invoca a Sua renovada efusão sobre todos os fiéis leigos, homens e mulheres, para que correspondam plenamente à sua vocação e missão, como ramos da "verdadeira videira", chamados a dar "muito fruto" para a "vida do mundo". (Christifideles Laici, oração de conclusão).

Com Maria, a presença do Espírito está garantida, a efusão é sempre renovada e a benção é certa. Aleluia!

Por Reinaldo Beserra dos Reis
RCC-SP
site: www.rccbrasil.org.br